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A Instructure, empresa responsável pela plataforma Canvas, afirmou nesta segunda-feira (12) que fechou um acordo com os hackers responsáveis por invadir seus sistemas para recuperar dados roubados e garantir a destruição de eventuais cópias. A companhia, sediada em Salt Lake City, nos Estados Unidos, não informou o que ofereceu em troca aos criminosos.
O ataque foi reivindicado pelo grupo ShinyHunters, que alegou ter acessado informações de mais de 275 milhões de usuários em cerca de 9 mil escolas no mundo. Segundo os hackers, os dados incluíam conversas privadas entre estudantes e professores, além de informações pessoais como nomes e endereços de e-mail. A plataforma ficou fora do ar por algumas horas na quinta-feira após a invasão.
Empresa diz que dados foram destruídos
Em comunicado, a Instructure afirmou que o acordo envolveu a devolução dos dados roubados e a confirmação, por parte dos hackers, de que os arquivos foram destruídos. A empresa também disse ter sido informada de que seus clientes não seriam alvo de extorsão em decorrência do ataque.
“Embora nunca exista certeza completa ao lidar com criminosos cibernéticos, acreditamos que era importante tomar todas as medidas sob nosso controle para oferecer mais tranquilidade aos clientes, na medida do possível”, declarou a companhia.
A Instructure não detalhou quais termos foram negociados com o grupo criminoso e também não respondeu imediatamente a perguntas sobre o acordo.
Canvas atende milhões de usuários
De acordo com a empresa, o Canvas possui mais de 30 milhões de usuários ativos em todo o mundo. A plataforma é utilizada por escolas e universidades para gerenciamento de atividades acadêmicas e comunicação entre professores e estudantes.
A companhia informou que os dados comprometidos incluíam nomes de usuário, endereços de e-mail, nomes de cursos, informações de matrícula e mensagens trocadas dentro da plataforma.
O ShinyHunters havia assumido a autoria do ataque na quinta-feira, em uma mensagem exibida nas páginas do Canvas de estudantes, segundo o The New York Times. O grupo ameaçou divulgar uma quantidade não especificada de dados em 12 de maio caso não recebesse uma resposta da Instructure.
Na nota de resgate enviada em 3 de maio, os hackers afirmaram que poderiam divulgar “vários bilhões de mensagens privadas entre estudantes e professores”.
FBI foi informado sobre invasão
A Instructure disse que detectou atividades não autorizadas no Canvas pela primeira vez em 29 de abril e novamente em 7 de maio. Após identificar a invasão, a empresa retirou a plataforma do ar para investigar o caso.
Segundo a companhia, o incidente também foi comunicado ao FBI, à Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos Estados Unidos e a outros parceiros internacionais de aplicação da lei.
A empresa não respondeu se autoridades participaram diretamente das negociações com os hackers. O FBI orienta empresas a não pagarem resgates em ataques cibernéticos, argumentando que isso não garante a segurança dos dados e pode incentivar novos crimes.
Ana Figueiredo é repórter de tecnologia do Olhar Digital. É formada em jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
Fonte: https://olhardigital.com.br
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