📰 Informação fresquinha chegando para você!

Não deixe essa passar: clique e saiba tudo!

Apoie esse projeto de divulgacao de noticias! Clique aqui
A extensão Adobe Acrobat para Chrome poderia ser usada para acessar conversas e dados renderizados no WhatsApp Web sem qualquer forma de autenticação.

O ataque explora uma cadeia de vulnerabilidades, rastreadas coletivamente como CVE-2026-48294 e apelidadas de HermeticReader por pesquisadores da empresa de segurança cibernética Guardio.

Explorá-los requer apenas que o alvo que executa a extensão Adobe Acrobat seja atraído para uma página da Web sob o controle do agente da ameaça.



Roubando comunicações do WhatsApp

O problema surge porque a extensão da Adobe permite que qualquer site disfarce comandos invasores como mensagens de extensão internas, ative sua integração com o WhatsApp e redirecione suas operações DOM privilegiadas para uma guia do WhatsApp com um ID de guia previsível.

Ao fornecer esse ID à extensão, o invasor poderia direcionar comandos da aba WhatsApp Web para o motor Hermes, que atua como intermediário entre o Acrobat e o WhatsApp.

Hermes é o mecanismo de integração que a extensão Adobe Acrobat Chrome usa para lidar com suas interações com o WhatsApp Web. Ele permanece inativo até que um sinalizador de recurso específico seja ativado no armazenamento interno da extensão.

Depois de executado, o Hermes pode receber solicitações da integração, abrir um arquivo PDF compartilhado pelo WhatsApp e enviar respostas. Ele pode ser usado para enviar comandos diretamente para uma aba que executa o serviço de mensagens por meio de um script que pode manipular o Document Object Model (DOM) do WhatsApp.

Em um relatório compartilhado com o BleepingComputer, Guardio diz que o HermeticReader explora três vulnerabilidades que permitem “uma gravação não autenticada, de visita única e com zero clique no próprio armazenamento da extensão a partir de qualquer página da web”.

“A extensão possui um recurso HTML interno que faz parte da extensão, mas permite que QUALQUER página a inclua como um iframe”, explicou Guardio Labs.

“A forma como esta página HTML interna recebe comandos é através de um parâmetro de URL que é posteriormente processado e enviado ao service worker, que é o backend da extensão com todas as permissões aproveitadas, sem verificar se veio de um script de conteúdo real da Adobe ou de qualquer outra página”, disseram os pesquisadores ao BleepingComputer.

Guardio demonstrou o roubo de dados injetando um formulário no WhatsApp Web, movendo o corpo ativo da página para um elemento
Siga Canal Fsociety para mais novidades:
Instagram | Facebook | Telegram | Twitter
#samirnews #samir #news #boletimtec #falha #na #extensão #do #adobe #chrome #permite #que #sites #acessem #batepapos #privados #do #whatsapp
⚡ Fique ligado: novidades e promoções em breve por aqui! ⚡

Post a Comment